Sobre o teste de sensibilidade ao contraste
As tabelas optométricas testam a nitidez com letras pretas e grossas. Este teste mede a ponta oposta — o fraco. Uma letra se dissolve no fundo até quase desaparecer, e uma escada adaptativa encontra o contraste mais baixo em que você ainda consegue lê-la. Essa é a sua sensibilidade ao contraste, um eixo da visão diferente da acuidade e que importa para neblina, ofuscamento, anoitecer e ambientes com pouca luz.
A sensibilidade ao contraste pode diminuir com a idade e cair cedo em condições como catarata e glaucoma, às vezes antes de a acuidade para letras mudar. O limite honesto: o brilho e o gama da sua tela são desconhecidos e não calibrados, então isto não é uma pontuação Pelli-Robson e não pode ser comparado entre dispositivos. É mais útil quando acompanhado em relação aos seus próprios resultados anteriores na mesma tela.
Perguntas frequentes
O que é sensibilidade ao contraste?
Sua capacidade de detectar diferenças fracas de luminosidade entre um objeto e seu fundo — o eixo do 'quão fraco' da visão, em oposição ao 'quão pequeno' da acuidade.
Posso ter visão 20/20 e sensibilidade ao contraste ruim?
Sim. São capacidades distintas. Você pode ler as letras mais nítidas e ainda assim ter dificuldade com rostos em luz baixa ou com o acostamento da estrada ao anoitecer.
O número de contraste obtido online é clínico?
Não. Uma tela não calibrada significa que não é um valor Pelli-Robson. Use-o como uma referência pessoal e acompanhe-o em relação aos seus próprios resultados no mesmo monitor.
O que reduz a sensibilidade ao contraste?
Idade, catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular, entre outros — e isso pode mudar antes da acuidade para letras.